Posts Tagged designers
Compartilhe/Share

  1. C MY KÊ?
  2. Você é o CSS do meu HTML
  3. Quando te vi, travei igual o corel draw!
  4. Meu amor por você brilha como a intensidade branca de R0 G0 B0.
  5. Você é tão linda que nem precisa de photoshop
  6. Que curvas, se eu te pego te transformo em JPEG
  7. Sexo A3 ou A4?
  8. Você está sempre dentro do meu corel (analogia ao core s2)
  9. Adoraria ter você no meu portfolio
  10. Por você eu uso até Comics Sans!
  11. Eu conto os pixels para poder te ver e o Corel Draw é meu pior castigo.
  12. O teu sorriso transforma meu dia, de pixel a vetor.
  13. Você não é tipografia, mas faz o meu tipo.
  14. Você não é logo, mas faz o meu tipo.
  15. Quando deus te desenhou ele usou photoshop
  16. Que belo grid você tem aí hein?
  17. Me joga no desktop e me chama de wallpaper
  18. Minha vida com você é brainstorm de emoções e que não precisa de aprovação para saber que sem você não há arte final.
  19. Você deixa o meu mundo menos greyscale.
  20. Me joga na sua paleta e me chama de pantone
  21. Será que esse MAC tem MSN?
  22. Vou transformar seu rascunho em arte-final.
  23. Você é minha “FONTE” de inspiração
  24. Quer ter um Pixel com você!
  25. Seu eu pudesse dava um Ctrl+D .. e Ctrl+S para não te perder.
  26. Vc é a minha magenta que faltava no meu CMYK.
  27. Você é o pixel que completa minha imagem.
  28. Se o thumbs é assim, imagina o fullscreen!
  29. Rosas são #FF0000, violetas são#0000FF
  30. Quando Deus te desenhou ele estava usando Tablet
  31. Me cola na sua layer e me chama de objeto!
  32. Casa, comida e 600dpi
  33. Sozinho eu era .jpg com você sou um gif animado.
  34. Vamos diminuir o kerning entre nós dois?
  35. MAC coisa linda.
  36. Nossa mas que bela interface você tem!
  37. Com vc meu mundo fica mais colorido que qualquer escala pantone!
  38. Pra Deus vetorizar outra que nem você, nem com tutorial.
  39. Você faz o meu fire… works.
  40. Vc é a minha linha Guia!!!!
  41. Nossa gatinha, calma! Assim CMYK-ansa!
  42. Você é muita resolução pro meu monitor!
  43. Qual é o atalho pra sua layer de baixo ?
  44. Posso embedar um beijo.tiff no seu rosto.ai ?
  45. Você é meu Object de desejo.
  46. seu pai é o steve jobs? não? mas vc é uma maçã!
  47. …e aí gatinha, Cmd+G?
  48. você foi um insight na minha vida!
  49. Quando Deus te layoutou, ele tava conceituando!
  50. Me rasterizo por você!!!

———-

Kibado do Espaço com Design e indicado pela Juh

No twitter continuem a corrente #ComoCantarUmDesigner

Arquivos digitais: a quem pertecem?

Considerações acerca do direito patrimonial sobre o know-how do designer

A tecnologia digital trouxe para a nossa profissão, além dos benefícios amplamente conhecidos, uma questão delicada, que é o direito à posse de arquivos. Essa questão sempre levanta dúvidas, por parte dos designers, e mal-entendidos, por parte dos clientes. Voltando um pouco mais atrás, na época em que se trabalhava no papel, no tempo do “paste-up” e dos “over-lays”, após a execução dos fotolitos e da impressão, muitos profissionais entregavam estes materiais para o cliente.

Acontece que a “tecnologia” daquela época era um dificultador para a alteração do trabalho pelo cliente, e esta quase sempre era solicitada para o profissional autor do projeto. Neste contexto, era mais fácil garantir que o trabalho não seria modificado sem a concordância do designer.

Infelizmente, nos tempos atuais até o próprio cliente tem sua empresa suficientemente informatizada, permitindo que qualquer um de seus funcionários possa fazer alterações nos arquivos, visto que muitos softwares podem ser operados em ambas as plataformas (PC ou Mac).

Além disso muitas gráficas e bureaus também cometem o “pecado” de mexer nos arquivos a pedido do cliente com o pretexto de atualizar dados ou imagens, e com isso acabam alterando o projeto original sem nenhuma consulta prévia ao seu autor.

É importante relembrarmos alguns aspectos relacionados com os direitos e deveres que envolvem as duas partes: clientes e designers.

Quando da contratação de um designer/escritório devem ser estabelecidos quais os trabalhos que serão desenvolvidos, quais as finalidades dos mesmos e a respectiva remuneração.

De acordo com a lei autoral, a criação implica a titularidade dos direitos autorais (morais e patrimoniais) aos designers/escritórios.

Somente através de instrumentos próprios (contratos de cessão de direitos autorais) os designers/escritórios cedem seus direitos aos clientes, porém não sem ônus.
Caso isso não seja feito, o cliente não pode utilizar a criação do profissional de designer além do que foi estabelecido no contrato (verbal ou escrito).

O arquivo digital, um instrumento essencial para o designer, é também de fundamental importância para o desenvolvimento de novos projetos, bem como para a renovação do projeto anterior, de preferência fechado, porque a utilização, além do que foi estabelecido (contrato), dependerá de autorização do criador do trabalho e, por conseqüência, do respectivo pagamento.

Se o designer, de comum acordo com o cliente, decide entregar um arquivo aberto, portanto editável, deverá estabelecer por escrito em que condições poderão ocorrer novas edições e eventuais alterações, seja através do designer autor ou de terceiros (gráficas, bureaus e outros).

É importante lembrar que todo e qualquer negócio que envolva direitos autorais deve ser interpretado restritivamente, ou seja, apenas o cliente pode utilizar a criação intelectual de terceiros dentro da finalidade, período, território e condições previamente ajustadas.

Portanto, fica claro que o cliente deve receber somente uma cópia fechada do arquivo para que, na medida em que for necessário realizar novos trabalhos a partir do projeto original ou atualizá-lo, o designer participe de sua execução diretamente ou de sua negociação.

Pelo exposto acima, é recomendável que os designers adotem uma postura profissional mais homogênea para que os clientes possam entender e respeitar nossos direitos. Estas questões são de extrema importância para a sedimentação de nossa profissão e de sua correta visibilidade no mercado.

Sônia Carvalho
Designer e membro do Conselho de Ética da ADG
Texto extraído do número 23 da Revista da Associação dos Designers Gráficos / Brasil.

Extraído do site http://www.elmefaria.com.br/

———-

Concordo com isso.  Mas é utopia na prática. Na maioria das vezes os arquivos são copiados indiscriminadamente, sem consulta nem aviso. A saída é tornar seu trabalho imprescindível ao cliente se preocupando em atendê-lo bem e fazê-lo entender que ninguém mais poderá fazer melhor aquilo o que você faz. Se ele for atraído por propostas fracas e trabalhos baratos, entenda que ele não é cliente pra você.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...