Archive for fevereiro, 2010
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1.     Quais são as dicas básicas para um atendimento bem sucedido?

Uma dica importantíssima é ter FOCO NO CLIENTE, isto é estar comprometido com o resultado e o sucesso do cliente, se comportando como se fosse um Consultor do Cliente, aquele que tem prazer em levar solução para os problemas do cliente.

Outra dica importante é o relacionamento com o cliente, tendo a percepção de que tipo de cliente tem à sua frente e buscando a forma mais eficaz de se comunicar considerando as características principais daquele cliente. Cada ser humano é único e gosta de ser tratado como tal.  O marketing de relacionamento é um diferencial que encanta o Cliente.

2.     Dá para se classificar os tipos de cliente? Como?

Existem alguns autores que não gostam de nenhuma classificação, pois acreditam que isso rotula ou discrimina as pessoas e elas passam a ser vistas como se fossem apenas aquele tipo específico, outros acreditam que fazendo algum tipo de classificação estão fornecendo sua contribuição didática para facilitar o relacionamento e a qualidade da comunicação e do atendimento à satisfação do Cliente. Baseada na segunda hipótese vou relacionar alguns tipos de cliente e a melhor forma de relacionamento com eles:

EMOTIVO: São aquelas pessoas muito sensíveis, carentes emocionalmente, sentimentais, que tentam envolver e tomar muito tempo de quem está atendendo.

* Elas esperam um relacionamento afetivo, com dose fortalecida de empatia, ser chamada pelo nome repetidas vezes, cruzamento de olhares compreensivos e a certeza de que o sentimento foi compreendido junto com a garantia da solução para o seu problema.

RACIONAL: São aquelas pessoas que argumentam com critérios fortemente racionais, dados da realidade, objetividade, apresentam fatos, detalhes.

* Com essas pessoas é necessário conhecer todos os detalhes sobres suas necessidades, agilidade, raciocínio rápido e evitar as palavras: eu acho… que… eu acredito, é possível que…, não tenho certeza…, etc. Todos os argumentos devem ser claros, objetivos, concretos, rápidos e ao mesmo tempo detalhados, sem deixar sombra de dúvida, passando o máximo de conhecimento e credibilidade.

FALADOR: Fala demais e se perde nos assuntos, é prolixo e vai procurar obter o máximo da atenção e do tempo de quem o atende.

* Com o falador devemos evitar embarcar nas suas “viagens”, dar toda atenção, cortesia, e solução, porém administrando o tempo e os argumentos dele. Como se faz com que uma pessoa que está contando uma história interminável seja interrompida com cortesia e técnica? A resposta é simples, fazendo uma pergunta fechada, que exige uma resposta curta, mudando a atenção do cliente o que possibilita a quem atende retomar o controle da relação e encaminhar a solução com objetividade, atenção, cortesia, etc.

CALADO: São pessoas mais introvertidas, com dificuldades de comunicação e expressão verbal, que têm medo de expor, apenas resmungam e falam monossílabos.

* Com este estilo, devemos fazer muitas perguntas abertas, perguntas que obrigam a uma resposta e a expor seu ponto de vista, sempre que possível dando feedbacks positivos, olhares de atenção e aprovação, passando segurança para que ele se sinta encorajado e fortalecido na sua argumentação.

INOVADOR: Este cliente, é aquele que acredita que o atendente tem obrigação de saber tudo e fornecer informações a respeito de coisas que nada tem a ver com o atendimento que fornece, esperando encontrar sempre uma fonte de novidades.

* Com este cliente, dê destaque ao assunto que você domina, sobre seu produto, serviço ou atendimento e deixe claro que sobre sua área você pode fornecer muitas informações preciosas, mas, que não é uma fonte para tudo que ele precisa, outras pessoas poderão ter as novidades que ele busca, sempre com cortesia, solicitude, empatia.

FORMAL: São pessoas muitas presas a formalidades, etiquetas, com fortes preconceitos morais.

* Com essas pessoas, a atitude mais assertiva é a atenção com a linguagem, tom de voz, velocidade da voz, elegância ao falar e na gesticulação, escolha de palavras que estão dentro do interesse do cliente, objetividade.

Aí estão alguns tipos de Cliente, existem outros que poderemos falar numa próxima entrevista, mas o fundamental é perceber a importância da Percepção do Cliente, do foco no cliente, para reconhecer cada tipo e encontrar a forma mais correta de se relacionar com ele. Procurar conhecer o ser humano todos os dias um pouquinho mais é uma receita infalível.

3.     Qual o melhor procedimento para o atendimento a um cliente explosivo?

O melhor procedimento:

* Ser racional

* Permitir que ele fale bastante até extravasar parte da sua tensão

* Fazer algumas perguntas abertas e ouvir com atenção

* Repetir um resumo do que o cliente disse demonstrando sua total atenção e compromisso na busca da solução

* Não se alterar com as ofensas e agressividade do cliente

* Compreender que aquele desequilíbrio é do cliente e você não deve se envolver emocionalmente com o desequilíbrio dele

* Ter consciência de que agressividade dele é fruto de um desequilíbrio dele ou de uma frustração com produto, serviço ou atendimento que ele teve e não com você, e que você é o representante da empresa para ele, portanto é sobre você que ele descarrega sua insatisfação

* Ter foco na solução e não no problema que ele apresenta. Enquanto o foco do cliente está no problema, o seu estará em apresentar soluções eficazes.

4.     O que faz ser um bom atendente?

O bom atendente:

* Tem em mente que atende pessoas, seres humanos que como ele próprio, tem razão e emoção, alguns dias estão mais equilibrados emocionalmente e outros não;

* Entende que o relacionamento com o cliente poderá fazer a diferença, melhorando o dia e o bem estar de cada pessoa atendida;

* Reconhece sentimentos e emoções no outro e interage positivamente com esses sentimentos e emoções, de ser humano para ser humano;

* Entende que se colocar no lugar do outro, não é apenas trocar de lugar com ele, mas perceber sob o ponto de vista, emoções, sentimentos e interesses, percepções e motivações dele, e oferece o atendimento que gostaria de receber se fosse ele e estivesse na situação dele.

* Tem preocupação constante em melhorar a eficácia na comunicação interpessoal.

* Tem respeito pelo ser humano, comportamento ético, imparcialidade e toma muito cuidado com a contaminação dos preconceitos, pressupostos, rótulos e discriminações na interação com as pessoas.

Entrevista concedida à Cecresp para Jornal Interno.

Maria Odete Rabaglio - Consultora em Treinamento e Autora do livro Seleção por Competências

  1. C MY KÊ?
  2. Você é o CSS do meu HTML
  3. Quando te vi, travei igual o corel draw!
  4. Meu amor por você brilha como a intensidade branca de R0 G0 B0.
  5. Você é tão linda que nem precisa de photoshop
  6. Que curvas, se eu te pego te transformo em JPEG
  7. Sexo A3 ou A4?
  8. Você está sempre dentro do meu corel (analogia ao core s2)
  9. Adoraria ter você no meu portfolio
  10. Por você eu uso até Comics Sans!
  11. Eu conto os pixels para poder te ver e o Corel Draw é meu pior castigo.
  12. O teu sorriso transforma meu dia, de pixel a vetor.
  13. Você não é tipografia, mas faz o meu tipo.
  14. Você não é logo, mas faz o meu tipo.
  15. Quando deus te desenhou ele usou photoshop
  16. Que belo grid você tem aí hein?
  17. Me joga no desktop e me chama de wallpaper
  18. Minha vida com você é brainstorm de emoções e que não precisa de aprovação para saber que sem você não há arte final.
  19. Você deixa o meu mundo menos greyscale.
  20. Me joga na sua paleta e me chama de pantone
  21. Será que esse MAC tem MSN?
  22. Vou transformar seu rascunho em arte-final.
  23. Você é minha “FONTE” de inspiração
  24. Quer ter um Pixel com você!
  25. Seu eu pudesse dava um Ctrl+D .. e Ctrl+S para não te perder.
  26. Vc é a minha magenta que faltava no meu CMYK.
  27. Você é o pixel que completa minha imagem.
  28. Se o thumbs é assim, imagina o fullscreen!
  29. Rosas são #FF0000, violetas são#0000FF
  30. Quando Deus te desenhou ele estava usando Tablet
  31. Me cola na sua layer e me chama de objeto!
  32. Casa, comida e 600dpi
  33. Sozinho eu era .jpg com você sou um gif animado.
  34. Vamos diminuir o kerning entre nós dois?
  35. MAC coisa linda.
  36. Nossa mas que bela interface você tem!
  37. Com vc meu mundo fica mais colorido que qualquer escala pantone!
  38. Pra Deus vetorizar outra que nem você, nem com tutorial.
  39. Você faz o meu fire… works.
  40. Vc é a minha linha Guia!!!!
  41. Nossa gatinha, calma! Assim CMYK-ansa!
  42. Você é muita resolução pro meu monitor!
  43. Qual é o atalho pra sua layer de baixo ?
  44. Posso embedar um beijo.tiff no seu rosto.ai ?
  45. Você é meu Object de desejo.
  46. seu pai é o steve jobs? não? mas vc é uma maçã!
  47. …e aí gatinha, Cmd+G?
  48. você foi um insight na minha vida!
  49. Quando Deus te layoutou, ele tava conceituando!
  50. Me rasterizo por você!!!

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Kibado do Espaço com Design e indicado pela Juh

No twitter continuem a corrente #ComoCantarUmDesigner

Arquivos digitais: a quem pertecem?

Considerações acerca do direito patrimonial sobre o know-how do designer

A tecnologia digital trouxe para a nossa profissão, além dos benefícios amplamente conhecidos, uma questão delicada, que é o direito à posse de arquivos. Essa questão sempre levanta dúvidas, por parte dos designers, e mal-entendidos, por parte dos clientes. Voltando um pouco mais atrás, na época em que se trabalhava no papel, no tempo do “paste-up” e dos “over-lays”, após a execução dos fotolitos e da impressão, muitos profissionais entregavam estes materiais para o cliente.

Acontece que a “tecnologia” daquela época era um dificultador para a alteração do trabalho pelo cliente, e esta quase sempre era solicitada para o profissional autor do projeto. Neste contexto, era mais fácil garantir que o trabalho não seria modificado sem a concordância do designer.

Infelizmente, nos tempos atuais até o próprio cliente tem sua empresa suficientemente informatizada, permitindo que qualquer um de seus funcionários possa fazer alterações nos arquivos, visto que muitos softwares podem ser operados em ambas as plataformas (PC ou Mac).

Além disso muitas gráficas e bureaus também cometem o “pecado” de mexer nos arquivos a pedido do cliente com o pretexto de atualizar dados ou imagens, e com isso acabam alterando o projeto original sem nenhuma consulta prévia ao seu autor.

É importante relembrarmos alguns aspectos relacionados com os direitos e deveres que envolvem as duas partes: clientes e designers.

Quando da contratação de um designer/escritório devem ser estabelecidos quais os trabalhos que serão desenvolvidos, quais as finalidades dos mesmos e a respectiva remuneração.

De acordo com a lei autoral, a criação implica a titularidade dos direitos autorais (morais e patrimoniais) aos designers/escritórios.

Somente através de instrumentos próprios (contratos de cessão de direitos autorais) os designers/escritórios cedem seus direitos aos clientes, porém não sem ônus.
Caso isso não seja feito, o cliente não pode utilizar a criação do profissional de designer além do que foi estabelecido no contrato (verbal ou escrito).

O arquivo digital, um instrumento essencial para o designer, é também de fundamental importância para o desenvolvimento de novos projetos, bem como para a renovação do projeto anterior, de preferência fechado, porque a utilização, além do que foi estabelecido (contrato), dependerá de autorização do criador do trabalho e, por conseqüência, do respectivo pagamento.

Se o designer, de comum acordo com o cliente, decide entregar um arquivo aberto, portanto editável, deverá estabelecer por escrito em que condições poderão ocorrer novas edições e eventuais alterações, seja através do designer autor ou de terceiros (gráficas, bureaus e outros).

É importante lembrar que todo e qualquer negócio que envolva direitos autorais deve ser interpretado restritivamente, ou seja, apenas o cliente pode utilizar a criação intelectual de terceiros dentro da finalidade, período, território e condições previamente ajustadas.

Portanto, fica claro que o cliente deve receber somente uma cópia fechada do arquivo para que, na medida em que for necessário realizar novos trabalhos a partir do projeto original ou atualizá-lo, o designer participe de sua execução diretamente ou de sua negociação.

Pelo exposto acima, é recomendável que os designers adotem uma postura profissional mais homogênea para que os clientes possam entender e respeitar nossos direitos. Estas questões são de extrema importância para a sedimentação de nossa profissão e de sua correta visibilidade no mercado.

Sônia Carvalho
Designer e membro do Conselho de Ética da ADG
Texto extraído do número 23 da Revista da Associação dos Designers Gráficos / Brasil.

Extraído do site http://www.elmefaria.com.br/

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Concordo com isso.  Mas é utopia na prática. Na maioria das vezes os arquivos são copiados indiscriminadamente, sem consulta nem aviso. A saída é tornar seu trabalho imprescindível ao cliente se preocupando em atendê-lo bem e fazê-lo entender que ninguém mais poderá fazer melhor aquilo o que você faz. Se ele for atraído por propostas fracas e trabalhos baratos, entenda que ele não é cliente pra você.

http://www.semanainternacional.com.br/Home/

Venha conferir de perto as últimas novidades,
tendências e novas tecnologias do setor de
embalagem, impressão e logística.

500 empresas nacionais e internacionais
Expositores de 25 países;
Mais de 30 mil visitantes/compradores de 30 países
O maior e mais completo evento do setor no hemisfério sul!
Com expositores de 25 países, a Semana reunirá, num só local, a cadeia industrial completa do setor. Um evento imperdível, estruturado para satisfazer as reais necessidades do mercado brasileiro e latino-americano, que atrairá mais de 30 mil visitantes/compradores de 30 países.
• EMBALAGEM: máquinas, equipamentos e sistemas para processamento de embalagem de alimentos, produtos farmacêuticos, cosméticos, entre outros; criação e design deembalagens.
• IMPRESSÃO: máquina, equipamentos, acessórios, insumos; instrumentação e controle para a indústria gráfica e de embalagem em geral.
• LOGÍSTICA
• RECICLAGEM

Eu vou! você vai?

Ah amigo. Sabe quando você vai em entrevista de emprego e o pessoal nem te dá satisfação se a vaga foi preenchida ou não? Sabe o que eles fazem com seu currículo? Com este novo modelo você já fica sabendo antes  o que eles podem fazer. Te contratam pela criatividade ou… utilizam para outros fins.

Papel Higiênico Vitae

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Preencha as lacunas e aguarde nossa ligação.

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Limpado do site BehanceNetwork e inspirado via twitter da miguxa @jogerodo

Tabela para Design Gráfico bem sacadinha de serviços ao consumidor:

Serviço Valor (R$)
Logo marca, logomarca 6000,00
Logotipozinho, logomarcazinha, marquinha e marquinhazinha (preço também válido para logotipo bem pequenininho, simbolo, desenho pra colocar no cartão e elipse e degrade) 2250,00
Nome do logotipo 5500,00
Impresso 855,00
Folheto de divulgação 255,00
Convitezinho 345,00
Panfleto 452,00
Um folder rapidinho 1250,00
Prospecto 355,00
Jeitinho aqui 150,00
Folhinha / Filipeta 355,00
Folhinha pra tirar xérox mesmo (xérox não inclusas) 456,00
Uma faixa aí 2230,00
Cartaz “que você ja pega pronto no Print artist” 564,00
“Botar um design” no meu site 5300,00
Desenho animado pra colocar no site 50000,00
Uma letra girando, assim ó 250,00
Cartãozinho mixuruca 150,00
Só pra não passar em branco (Folder de aniversário de 50 anos da empresa) 6000,00
Um site (Não interessa a quantidade de paginas, nem o que tem dentro, site é site, ué) 15000,00
Um portal (Sem diferença para o material acima, apenas na nomenclatura) 30000,00
“Igualzinho a esse aqui, só vai colocar o meu timbre ao inves do dele aqui em cima, entendeu? Pra não dar trabalho mesmo…” 1000,00
Sem muitos detalhes 350,00
Quando começar a frase com:
Acrescentar mais (R$)
“Isso aí, você coloca no computador e ele faz” 1250,00
“Eu tenho um sobrinho que faz assim…” 350,00
“Ei, você que mexe com computador…” 500,00
“Ah foi bom te ver aqui, você não é o cara da informáica?” 8000,00
“O chefe do departamento ja escolheu até a letra e a cor, agora ficou fácil” 250,00
“Não, não.. você nao vai ter trabalho nenhum, mesmo. É so colocar no computador mesmo” 350,00
“Na verdade o serviço JÁ ESTÁ PRONTO! É só colocar um pouco de design” 750,00
“É só uma firula mesmo né?” 450,00
“Pra enfeitar o pavão…” 360,00
“Na verdade é porque eu não tenho tempo pra fazer..” 2500,00
“Eu confio em você, vê ai alguma coisa..” (não sabe nem o nome da empresa) 5500,00
“Depois a gente vê uma maneira de te compensar…” 240.000,00
“Vê ai o que você faz pra mim?” 890,00
“Nossa, mas é so um site! Isso tudo?” 5000,00
“POR PÁGINA??????” (cada vez que a pessoa repetir essa frase) 345,00
“Aproveita pra ver o que aconteceu com o antivirus daqui da loja?” 350,00
“Ah.. tá.. mas nisso ja estão incluidas as fotos e as modelos né?” 150,00
“É só esticar aqui, ó” 60,00
“E você usa o computador pra isso?” 75,00
“Coisa simples” 2500,00
“Não você não entendeu é simples mesmo” 3500,00
“É você não entendeu mesmo” 4500,00
“Só uma galeria de fotos. Quantas fotos? Ah umas 100, mas é so colocar ali no canto” 890,00
“Ué, mas é so digitar como ta aqui no jornal.” 980,00
“Escaneia daqui da revista mesmo” 200,00
“Eu quero um site” (Mecãnico free-lancer) 2800,00
“DUZENTOS E CINQUENTA REAIS???” (subir mais R$ 50,00 a cada grito de desespero) 50,00
“Fotolito? Não, não, não vamos contratar fotografo” 35,00
“Ah!! Pode pegar o logo do nosso site, não tem problema nenhum, eu autorizo. É so clicar com o botão direito do mouse em cima e ir em ’salvar como’…” 890,00
“COMO ASSIM, SEM A IMPRESSÃO???” (afinal o cara ainda vai pagar a impressão!!) 200,00
“E quanto você cobra assim? Pra um site, é. Completo! Sim eu sei, mas mais ou menos? Tira uma média, site completo! Hum.. e outro mais simplezinho?” 450,00
“Ah mas eu achei a mesma coisa por R$ 30,00 cada página. E é serviço de confiança. O que a gente pode fazer pra chegar nisso?” (esses eu tenho vontade de xingar…) 200,00
“Pois é mas eu estou vendo com outras pessoas…” 100,00
“Ta, tudo bem.. e fica pronto quando? Pode me mandar uma previa por email hoje a noite? 5000,00
(numa sexta feiras 17:55) “ok, me entrega na segunda até umas 10h tá bom?” 8000,00
“É que meu prazo já está estourado, sabe como é né?” 4580,00
Serviços extras – depois do trabalho pronto:
“Aumenta essa letra?” 50,00
“Coloca esse amarelo mais vivo?” 90,00
“Troca esse vermelho, por amarelo?” Sob consulta. Em casos como trocar o tom da pele de uma foto fica mais caro.
“Vira o rosto dela no computador, pra ficar de lado, acho q vai ficar melhor” (foto 3×4) 150,00 (e não realiza o serviço, lógico)
“E se a gente mudasse o menu pra cá? To achando isso meio parado…” (site pronto) Valor do site x 5
(Depois de pedir incessantemente pelo estetoscopio na capa do manual médico) “É mesmo, né? Não ficou muito legal….. e agora?” 6000,00
“Puxa mais pra ca.. Isso agora mais pra ca, isso, troca essa cor.. agora inclui essa foto… podia mudar aqui ne? hum… po parace que piorou não estou entendendo…” 8500,0

Gente, isso é brincadeira, tá? Não, não.  É sério.

Kibei do IFD

Texto interessante extraído do blog QuickPrinting.
Em inglês, mas pra quem preferir é só utilizar o nosso tradutor aqui em cima.

The Future of Offset Printing

Bob Hall
Executive Editor, Quick Printing magazine

I just got back from the Sir Speedy/PIP Printing convention in St. Louis. Other than it being hotter than the hinges of Hades, it was a fun time. Once again I was confronted by a few folks wanting my opinion on the future of offset printing. They quoted such stalwart gurus as Frank Romano in predicting that offset was on the long downhill slide into irrelevance. I replied “Balderdash” or words to that effect.

Sure, digital printing is where the growth is and digital printing will wind up with more and more of the “marks on paper” work we do. However, at the same time that digital is capturing a larger percentage of the information communications market, that market is getting is getting larger. Some of that new information will stay in electronic form but there will still be a robust and growing appetite for printed stuff — whether digital or offset.

Bottom line is that offset — while accounting for a smaller percentage of overall information communications — will continue to account for a big bunch of dollars for the foreseeable future.

Remember, as long as you take in work in digital form, your customers will see you as a digital printer whether you output on an iGen3 or hang CTP plates on a Ryobi or Heidelberg press.

Conclusão: As impressões digitais ganharão espaço, mas as Offset tem muito chão pela frente. Proponho uma convergência Steampunk das duas! Ficaria bem bacana.

Na alegoria “Primeira Impressão” do Salgueiro, que simboliza a oficina de Gutenberg, 53 artistas da Intrépida Trupe recriam o balé dos tipos móveis. Pra quem não sabe, Gutenberg é o inventor da imprensa. O primeiro livro impresso por Gutenberg foi a Bíblia.

Momento trocadilho literal: Esse desfile deixou uma boa impressão na Sapucaí. Principalmente para nós, designers.

Solna 125 na Arte & Cor com sistema de molha contínua e tambor inteiriço trabalhando a todo vapor como se fosse uma 4 cores. É bonito de ver. Todo trabalho gráfico é uma arte. Desde quando começamos a desenvolver a arte final, depois vem o CTP, fotolito. Quando chega a hora de imprimir, vai para o acabamento e depois o manuseio. Não tem jeito, até chegar na sua embalagem e ser entregue ao consumidor final tem muito trabalho envolvido antes de se completar o feedback do cliente.
No final toda equipe analisa a peça como se fosse uma obra prima que saiu de uma só mão, mas fabricada por todos.
Por isso eu digo e repito – Todo trabalho gráfico é uma arte. (Ted Benati)

Melhor ainda se sair de uma Solna 125 com molha contínua.


Sabe aquela bituquinha de lápis que sobrou no teu estojo de desenho? Aquele 6B de estimação que você não larga nunca? Taí uma boa utilidade pra ele. Uma impressora conceito que utiliza nada mais que lápis como matéria-prima. E a vantagem é que se sair alguma letra errada, você pode apagar!

Fonte: Design On The Rocks

Impressora a lapis

Impressora a lápis

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